Private label, o que é e para que serve?

Um serviço cada vez mais requisitado por grandes empresas que procuram expandir a sua oferta e aumentar a visibilidade da sua marca.

No entanto, no que consiste exactamente o private label?

De forma sucinta, podemos dizer que os produtos ou serviços de private label são tipicamente aqueles fabricados ou fornecidos por uma empresa para oferta sob a marca de outra empresa.

Através de serviços como o private label é possível para uma marca  disponibilizar uma vasta panóplia de produtos aos seus clientes sem custos de I&D, sendo também possível através deste tipo de serviço lançar os mesmos de forma extremamente rápida no mercado.

Na indústria alimentar, a oferta deste tipo de produtos é massiva, sendo possível neste momento encontrar um produto private label para quase cada referência de marca nas grandes cadeias de retalho.

Na prática no que consiste exactamente um serviço de private label?

Como já mencionado em cima, um serviço de private label consiste na produção de um serviço ou produto por uma empresa para comercialização de outra empresa com a sua própria marca.

Ou seja, se a empresa X produz bolachas, esta pode fabricar as mesmas bolachas (possivelmente com formulações/receitas diferentes) para a empresa Y com a marca Y.

A empresa Y beneficia da estrutura providenciada pela empresa X o que a permite lançar rapidamente o seu produto no mercado com custos significativamente inferiores aos comparáveis a criar a sua própria estrutura para produção.

Desta forma o private label torna-se uma solução extremamente apelativa para a diversificação de oferta de produtos de uma marca/empresa.

Nas grandes cadeias de retalho, onde se tem verificado um aumento na presença destes produtos nas prateleiras, o private label serve mais do que o propósito de diversificação de oferta e aumento de rentabilidade. Serve em grande medida a marca que os comercializa, sendo um importante instrumento para aumentar brand awareness e fidelizar os consumidores à marca da cadeia retalho onde se encontram.

É fácil perceber porque este serviço se torna tão apelativo. A extrema facilidade, rentabilidade e rapidez na contratação do mesmo são sem dúvida factores cruciais para o crescimento do mesmo!

 

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Como usar menos plástico na alimentação?

É imperativo, no entanto desafiante, imaginarmos um mundo sem plástico descartável.

Os plásticos são extremamente práticos, versáteis e duráveis. São sem dúvida das mais importantes invenções humanas, tendo trazido inúmeros benefícios às nossas vidas, no entanto, a proliferação do seu uso através de diversas indústrias trouxe-nos efeitos secundários não desejados.

Estes efeitos secundários estão relacionados com as características mais apetecidas dos mesmos, em primeiro lugar a sua durabilidade e em segundo a sua versatilidade. No nosso dia-a-dia, beneficiamos destas características positivas, no entanto, na maioria dos casos, esquecemos-nos dos efeitos negativos das mesmas.

A durabilidade dos plásticos, a sua principal característica, facilita o transporte de alimentos e ajuda à sua preservação, criando uma barreira contra o oxigénio.

É, no entanto, a característica mais prejudicial para os ecossistemas e um dos maiores desafios ambientais que enfrentamos nos dias de hoje. Esta extrema durabilidade significa que o plástico que usamos, possa perdurar até 1000 anos após a sua utilização dependendo  do tipo de plástico usado.

A sua versatilidade, extremamente benéfica para o consumidor, significa que os plásticos podem ser utilizados para diversos produtos sobre diversos formatos para diversos fins. Desta forma, não é de estranhar que rapidamente possamos encontrar plásticos em praticamente todos os produtos de consumo.

Se aliarmos a durabilidade a versatilidade dos plásticos temos um conjunto extremamente eficaz, o que ao mesmo tempo se revela num sério problema ambiental.

Então como podemos reduzir plásticos na nossa alimentação?

Idealmente deveremos começar por avaliar os nossos momentos de consumo de forma a identificarmos como potencialmente poderemos consumir mais produtos não embalados ou produtos que não contenham plástico descartável.

Tendo identificado estes momentos podemos começar a modificar o nosso consumo!

Podemos e devemos escolher sacos não descartáveis para transportar a fruta do supermercado ou mercado. Ao comprarmos alimentos em estabelecimentos de rua ou de conveniência deveremos dar preferência a produtos em embalagens não plásticas ou não embalados.

Prepararmos alimentos para os momentos entre refeições em casa é também uma excelente opção, mais sustentável e saudável.

Se compreendermos a insustentabilidade da nossa utilização de materiais plásticos de uso descartável, rapidamente nos desabituaremos do ritmo de consumo excessivo que vivemos.

Temos de refletir sobre o nosso consumo diário e agir. É simples, basta apenas começarmos por  usar menos um saco de plástico para a fruta ou para o pão o para o produto que mais consomem todos os dias. Se todos os fizermos reduziremos drasticamente o nosso consumo global e caminharemos no melhor sentido!

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Como comer melhor no escritório em 3 passos!

Um desafio que certamente todos já enfrentaram e que é muito simples de vencer!

Todos sabemos que ao evitarmos longos períodos sem ingerir qualquer alimento contribuímos para uma alimentação equilibrada. No entanto, a realidade é que poucos de nós conseguem evitar esta situação. Quantas vezes acabamos por sair de casa sem tomar o pequeno-almoço e/ou sem um lanche para meio da manhã?

Um dia de trabalho sem uma alimentação equilibrada terá duas consequências; primeiro, perderemos rapidamente energia durante a manhã, o que afetará a produtividade.  E, logo após uma manhã sem a ingestão de alimentos equilibrados, partiremos para o almoço “esfomeados”. O gasto de energia durante a manhã sem a sua devida reposição, aumentará a probabilidade de comermos mais do que deveríamos durante o mesmo.  Assim, após um excesso durante o almoço, ficamos letárgicos sem energia durante a tarde. Novamente, perdemos produtividade, e pior, prejudicamos a nossa saúde.

Então como podemos comer melhor no escritório ou durante um dia activo?

Passo 1

Começar por preparar os snacks para meio da manhã e meio da tarde na noite anterior! É mesmo simples. Quer sejam snacks comprados ou caseiros, apenas é necessário reservar 15 min na noite anterior para os colocarmos dentro de um recipiente ou directamente na nossa mala. Assim evitamos esquecermos-nos dos mesmos em casa e poupamos tempo durante a manhã. É também de vital importância reservarmos tempo de manhã para tomar o pequeno-almoço – não nos esquecermos desta refeição é vital.

Passo 2

Cerca de 3 horas após termos tomado o pequeno-almoço, sensivelmente pelas 10H30 ou 11h para a maioria das pessoas, é altura para pegarmos no nosso snack! Idealmente algum produto que não contenha açúcar adicionado – um pastel de nata não conta. É importante que este não contenha açúcar adicionado, pois o açúcar causa um fenómeno chamado de “sugar rush”. De forma simplificada dá-nos um boost de energia muito rápido seguido de uma queda abrupta. Este fenómeno tem várias consequências, duas delas sendo a absorção de energia pelo organismo e a redução drástica nos níveis de energia após o “sugar rush”. Experimentem frutos-secos, fruta acompanhada com frutos secos e alimentos integrais sem grande processamento, tipicamente serão os mais equilibrados.

Passo 3

Não exagerar durante o almoço! Se tiverem seguido os passos  acima, em princípio não serão assolados por uma fome desmedida durante o mesmo. Evitar sobremesas e bebidas açúcaradas, álcool e pratos demasiado pesados são também óptimas ideias. O objectivo é mantermos um fluxo de energia contínuo durante todo o dia, evitando picos, e grandes depressões. 3 horas após do almoço será uma excelente altura para voltarmos a “atacar” um snack!

Estes, são passos extremamente básicos para começarmos a manter uma alimentação mais equilibrada no dia-a-dia. O foco aqui é de nos habituarmos a fazer refeições regulares, ingerirmos alimentos equilibrados e mantermos um fluxo de energia mais constante durante o dia.

Começando por aqui vão experienciar melhorias substanciais tanto na alimentação como na saúde em geral.

Ter sempre um snack à mão é um passo extremamente importante para facilitar estes passos.

Caminhamos assim para dias no escritório a comer e a sentirmo-nos melhor! O corpo e a nossa produtividade agradecem!

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Snacks “Raw”. O que são?

Como o nome em indica, traduzindo para português, “raw” significa nada mais, nada menos que cru, ou seja, snacks crus quando aplicado no contexto da frase.

No entanto, o que são exactamente estes snacks crus?

Poderá parecer um conceito estranho para alguns. Mas por mais estranho que pareça, a oferta deste tipo de produtos, aumenta cada vez mais o que será provavelmente um bom indicador que a procura caminha no mesmo sentido. Portanto, não será de estranhar, que dentro de pouco tempo, até mesmo aqueles que rejeitavam ou desconheciam o conceito, se vejam a consumir, ou pelo menos a depararem-se com estes snacks crus no seu dia-a-dia.

Um snack cru é essencialmente um produto que na grande maioria dos casos não foi cozinhado nem excessivamente processado. São trabalhados maioritariamente através de meios mecânicos.

Como é que isto se traduz em comida?

É bastante simples.

É provável até, mesmo que nunca tenham ouvido esta terminologia, já tenham consumido um snack “cru” sem o saberem, pois existem alguns exemplos na culinária portuguesa. Se formos até ao Algarve podemos encontrar um “snack” deste género, amplamente consumido, no entanto sem que ninguém o coloque na categoria de snack “cru”. Este petisco Algarvio são as Estrelas-de-Figo, que são essencialmente figos secos com amêndoas ligeiramente torrados.

Apesar de serem ligeiramente torrados, o que implica um processo térmico, estes produtos do Algarve têm um processamento mínimo, sendo compostos por amêndoas e figos-secos. Estes, através de um processo mecânico, são combinados para formar um delicioso snack.

O mesmo princípio é aplicado aos restantes snacks mais modernos.

 

São procurados ingredientes inteiros que com o mínimo processamento possam ser compostos em produtos deliciosos e equilibrados nutricionalmente.

São obtidos assim produtos mais “limpos”, sem aditivos, mas fazem no entanto crescer água na boca.

Com o mínimo processamento é possível fazer uso das próprias características de ingredientes “crus” para ganhar certos benefícios. No caso dos produtos à base de frutos-secos, devido às características dos mesmos, é possível, quando aplicada uma barreira ao oxigénio apropriada durante o embalamento, obter prazos de validade acima dos 6 meses. Isto sem a adição de qualquer tipo de conservante ou aditivo químico durante o processamento.

É fácil compreender o crescimento do “snack cru” quando entendemos a suas características e vantagens tanto nutricionais como ambientais.

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Comer rápido e saudável!

Será que comer snacks faz parte da solução?

Poderá parecer contra-senso, no entanto, quando falamos de snacks não nos estamos a referir a batatas-fritas, chocolates e bolos. Estamos a falar de snacks nutritivos e completos.

Estes são muito diferentes dos primeiros, podendo ser uma excelente forma de “matar e fome”e regular a nossa energia durante o dia sem comprometer as nossas ocupadas agendas!

Como são estes snacks diferentes?

É bastante simples. A diferença começa e acaba pelos ingredientes. Um snack à base de frutos-secos contém tipicamente não mais que 4 ou 5 ingredientes e apresenta uma série de características nutricionais que os destacam. Para percebermos esta diferença mais a fundo sugiro a leitura deste nosso artigo “A revolução dos snacks!“.

Exploremos por exemplo as Raw Bars:

Estas são um excelente substituto dos chocolates, são adocicadas, no entanto não tem adição de açúcar, e são equilibradas porque têm muita fibra alimentar, proteína e gordura não saturada.

De que forma podem estes snacks ser úteis para comermos de forma saudável?

Conseguem satisfazer um desejo, sendo ao mesmo tempo nutritivos e extremamente práticos. Assim é mais fácil evitarmos longas horas sem ingerirmos qualquer alimento. Estes períodos sem a ingestão de qualquer alimento são propícios a que acabemos por comer mais do que deveríamos quando finalmente acabamos por nos conseguir alimentar.

Os snacks saudáveis (é importante ressalvar o que são na realidade snacks saudáveis) acabam por ser uma solução para garantirmos que comemos melhor, e no geral de forma mais saudável.

Criando o hábito de substituir um bolo, chocolate ou até mesmo um pastel de nata por uma raw bar, energy ball ou por frutos-secos, é talvez a forma mais rápida e prática de comermos rápido e de forma saudável. Não esquecendo obviamente de fazermos refeições equilibradas (os snacks são apenas um complemento).

É possível comer rápido e de forma saudável! Não esquecer, nem saltar refeições é o primeiro passo, o segundo, alterar alguns hábitos alimentares menos bons e substituí-los por melhores!

 

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Pasta de tâmaras. O que é e para que serve?

 É uma pergunta frequentemente colocada, e por vezes respondida de forma incompleta.

A pasta de tâmaras não é nada mais do que um produto obtido através de processos mecânicos.  O seu objectivo é o de facilitar o tratamento/processamento de tâmaras num contexto de produção alimentar.

É produzida em 2 passos extremamente simples.

No primeiro passo, as tâmaras são descaroçadas, quer manualmente, quer através da utilização de um equipamento de automático de remoção dos caroços. Este equipamento faz uso de um embolo, que atravessando o centro da tâmara empurra o seu caroço para fora, separando a parte comestível da fruta da não comestível.

No segundo passo as tâmaras, já descaroçadas, são trituradas até chegarem a consistência de pasta., sendo de seguida embaladas e estando prontas a utilizar.

Assim se obtém a pasta de tâmaras,

que tal como o nome indica, é 100% constituída por tâmaras, simplesmente num formato pastoso pronto a utilizar – ideal para a produção de barras energéticas, energy balls e utilizada como adoçante natural para uma grande variedade de produtos.

O tempo despendido a preparar as tâmaras inteiras para produção é o factor de diferenciação mais evidente entre a pasta de tâmaras e as tâmaras por inteiro. O processo de remoção de caroços e trituração de tâmaras é extremamente moroso, sendo que a pasta pronta a utilizar é a solução ideal para acelerar/facilitar a produção dos produtos em cima mencionados.

Existe no entanto uma questão importante a ter em consideração quando adquirimos pasta de tâmaras.

O seu teor de humidade.

Este parâmetro é vital para, em primeira instância, aferirmos a qualidade da pasta de tâmaras, e em segunda instância, garantirmos um processamento  simples e eficaz, na medida em que baixos níveis de humidade o dificultam seriamente, quanto mais seca/menos teor de humidade tiver a pasta de tâmaras menor qualidade esta terá, como também mais dificil se tornará o seu processamento (este princípio aplica-se também a tâmaras inteiras). Para referência – o teor de água de uma pasta de tâmaras indicada para processamento deverá rondar os 16%.

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A revolução dos snacks!

As preocupações relativamente à saúde e alimentação variam substancialmente através do globo.

No centro de muitas destas discussões, encontra-se o açúcar, tendo o seu consumo sido já taxado em diversos países. Incluindo o nosso.

As opiniões acerca deste imposto são diversas, no entanto, é difícil argumentar contra uma medida que para além de promover hábitos alimentares mais conducentes a uma vida saudável, promove, consequentemente, práticas mais responsáveis por parte da indústria. Obrigando-a desenvolver novos produtos, menos processados, mais reais, com menos aditivos e em última análise, pouco a  pouco, mais saudáveis.

No entanto, não chega apenas reduzir nos açúcares adicionados para um produto obter o estatuto “saudável”.

Um produto verdadeiramente “saudável” não contém aditivos, ingredientes excessivamente processados e geneticamente modificados. A sua composição não inclui conservantes, nem melhorantes de sabor e aroma.

Deverá por oposição incluir ingredientes completos, garantindo uma composição equilibrada de aromas e texturas provenientes de ingredientes não processados e de excelente qualidade.

O açúcar permite mascarar esta ausência de qualidade, desencadeando a nossa propensão genética para adorarmos comida açucarada!

No entanto nem todos os açúcares são iguais.

Entre açúcares extraídos e açúcares naturalmente presentes existe uma diferença substancial, que jaz no que “está à volta do açúcar”.

Para ser mais explícito podemos dar como exemplo a fruta. Esta, coloquialmente falando, encontra-se repleta de “açúcar”, no entanto está também repleta de fibra alimentar, que entre outros,  reduz o seu índice glicémico.

A forma como o açúcar é absorvido pelo nosso organismo um factor fundamental para entendermos que produtos podem ser potencialmente nocivos para o nosso corpo.

Para comparação: uma barra natural à base de frutos-secos pode conter por 100gr maior quantidade de açúcar que um chocolate amplamente vendido no mercado de consumo. No entanto, se observarmos as características nutricionais de ambos podemos verificar que o chocolate, oferece pouca proteína, pouca fibra alimentar e muito açúcar adicionado e gordura saturada, enquanto a barra oferece precisamente o oposto, muita proteína, muita fibra alimentar e pouca gordura saturada sem adição de açúcar, isto, sem recorrer a aditivos alimentares. (não mencionando a lista impressionante de ingredientes que alguns deste produtos exibem)

É certamente um revolução no mundo dos snacks, pois o consumidor assim o exige e compreende os claros benefícios de optar por uma dieta mais equilibrada e mais saudável.

Existirá sempre um momento para um “doce”, no futuro será apenas mais consciente, mas não menos delicioso.

 

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Lançar uma marca do zero? 3 decisões antes começar!

Começar do zero é certamente um desafio. Seja qual for a indústria, existem diversas escolhas a fazer e decisões importantes a tomar!

Como podemos então ter a certeza que estamos a tomar as decisões certas quando começamos do zero?

Numa fase tão crítica como o arranque de um projecto, a realidade é que nunca podemos ter a certeza, temos apenas de confiar que as nossas decisões são as melhores, baseando-nos na informação que temos disponível no momento.

Decisão Nr.1

Começar.

Muito provavelmente a mais importante das decisões a tomar, no entanto é preciso averiguar e responder a uma série de questões antes de começar:

  • Porque vou começar a vender?
  • O que vou vender?
  • A quem o vou vender?
  • Quanto tempo e investimento preciso para o fazer acontecer?

Podem parecer questões muito simples, mas estas balizam os nossos esforços, comprometem-nos com objectivos e estabelecem um espaço temporal definido para o fazer acontecer. São um grande ajuda no arranque de qualquer projecto.

Decisão Nr.2

Procurar os parceiros certos.

O velho provérbio africano, “se queres ir rápido vai sozinho, se queres ir longe vai acompanhado”, é uma excelente analogia para esta decisão. Como todos sabem, grandes feitos são conquistados pelos esforços de vários indivíduos e organizações, pelo que partir para uma jornada tão complexa como lançar um novo projecto, negócio ou marca sem o apoio de bons parceiros, será infinitamente mais difícil, senão mesmo impossível.

Como identificar os parceiros certos?

  1. Partilham os nossos valores e crenças
  2. Complementam a nossa actividade
  3. Estão disponíveis para encontrar soluções para os desafios que encontramos
  4. São honestos e directos

Estas são as características que nos ajudam a filtrar bons parceiros. Se não não cumprirem com estes requisitos provavelmente não será possível estabelecer uma relação duradoura.

Decisão Nr.3

Vender.

Vender, vender, vender. Mesmo antes de termos um produto para vender, temos de definir à partida  os clientes que queremos obter, os objectivos que queremos atingir e sobretudo representar do sucesso do nosso produto. Se não formos capazes de “vender” um produto a nós próprios como o poderemos vender a outros?

O objectivo –  expôr o nosso projecto ao mundo.

É absolutamente vital, propagarmos a nossa mensagem, vender os nossos objectivos. Neste processo receberemos feedback positivo e negativo que  garantirá a melhoria contínua do que iremos fazer para os nossos clientes. Se nunca o fizermos certamente não atingiremos os objectivos e o sucesso a que nos propusemos ao começarmos.

 

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Pequena produção. Como torná-la mais simples e menos demorada?

Quando o tempo é dinheiro, todos os segundos contam.

Neste prisma todas as medidas que possamos tomar para prevenir desperdício de tempo são passos a caminho do sucesso. Deixamos assim 4 dicas que são certamente úteis para simplificar um processo de produção.

1.Processos

Estabelecer processos de produção definidos é uma excelente forma de economizar tempo. Coisas como fluxogramas de produção e fichas específicas para o processamento de cada ingrediente delimitam as tarefas associadas a cada produção, assim reduzindo o desperdício de tempo.

2. Organização

Não obstante das regras impostas pelas normas exigidas legalmente para a produção alimentar, que por si conferem alguma organização base para os ingredientes e produção, existem outras medidas organizacionais que nos ajudam a simplificar o processo de produção. A separação prévia da matéria-prima em recipientes (gastronormas ou qualquer outro recipiente aprovado), permite um mais rápido acesso aos ingredientes utilizados na produção,  facilitando a dosagem e mantendo o espaço de produção mais limpo e organizado.

3. Fornecedores

Poderá parecer menos óbvio, mas a escolha de um fornecedor que disponibilize formatos de embalamento adequados ao volume da nossa produção é uma excelente forma de simplificar e acelerar o processo de produção. Por exemplo: Se produzirmos 5 kg de manteiga de amendoim de cada vez, fará sentido recebermos sacos de 5kg de amendoins, prontos a serem processados. Não é prático recebermos sacos de 500gr, 1 kg ou até mesmo de 10kg. Desta forma reduzimos tempo a preparar a matéria-prima para processamento.

4. Agendamento

De todas esta será talvez a mais importante. Com agendamento queremos ressalvar a importância de reservar alturas específicas para produzir quantidades específicas. Apesar de parecer intuitivo, especialmente no início de um negócio, produzir consoante as encomendas que chegam, é muito importante por forma a economizar tempo, começar a produzir uma quantidade X para vender numa quantidade prevista de tempo. Assim poupam-se os imprevistos, e estes sim consomem muito, muito tempo. Uma opção que nos obriga a agendar produções de forma regularizada é o outsourcing/externalização da produção. Esta poderá ser uma solução que facilite todo o processo.

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Vender, vender, vender! Será sustentável?

Poderia ser uma frase saída de um filme retratando Wall Street. No entanto, embora pareça impensável associarmos a frase “vender, vender, vender” a uma filosofia de negócio sustentável, estamos enganados.

Sempre que vendemos um produto sustentável, conseguimos um voto a favor do nosso modelo de negócio. Ao ganharmos um consumidor, existe, ainda que pouco a pouco, uma mudança no mercado. Esta mudança, quando replicada através de diversos produtos e diversas pessoas, ganha a escala  regulando a oferta disponível.

O que aconteceria se todos nós nos preocupássemos em consumir de forma sustentável?

Simples. A oferta de produtos no mercado contemplaria apenas produtos sustentáveis, qualquer outro produto não teria volume de vendas . Nenhum retalhista venderá um produto que não seja representativo da procura existente no mercado. Se a procura aponta para a sustentabilidade, então estes colocarão nas suas prateleiras produtos sustentáveis.

Por vezes existe a tendência para vilificar as grandes empresas, oferecendo-lhes toda a culpa.

Na realidade, nós, os consumidores desempenhamos um grande papel. Temos, sem dúvida, nas nossas mãos o poder para exigir mais sustentabilidade e saúde no nosso consumo. Bastando para isso escolher produtos sustentáveis em detrimento de outros. 

Voltamos então ao mantra inicial. Vender, vender, vender.

As empresas que procuram oferecer produtos sustentáveis têm a obrigação de vender o máximo que podem. Sempre que são bem sucedidos, ou seja, fazem uma venda, ganham um voto a favor do seu modelo de negócio, um voto a favor de um movimento e em última análise, dão um pequeno passo para mudar o paradigma actual.

Vender, vender, vender, sim! No entanto, apenas se o que vendermos for benéfico para a sociedade, saúde e o ambiente. Por outras palavras, verdadeiramente sustentável.

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