Quando é altura certa para externalizar a produção?

Ano novo, vida nova. Diz a expressão.

O início do primeiro trimestre do ano é uma excelente altura para repensar e implementarnovas estratégias. Entre estas a externalização da produção poderá ser uma opção a considerar. No entanto, como saber quando/se devemos externalizar?

1 Capacidade produtiva

No limite da capacidade produtiva a empresa X depara-se com duas opções: ou realiza um investimento capital na atualização dos seus equipamentos (ou aquisição de novos) ou contrai um serviço externo de produção apto a suprir as suas necessidades produtivas. Ambos os cenários são comuns, no entanto o primeiro requer maior “commitment” financeiro do que o outro,  sendo necessária, na maioria dos casos a contracção de dívida. O segundo por outro lado implica alterações de escala significativa na área operacional da empresa, a qual perderá grande parte da sua actividade.

2 Rentabilidade

Na maioria dos casos existe uma vantagem financeira em externalizar a produção. Ao contrair serviços de produção externos, a empresa contraente reduz a dimensão da sua estrutura produtiva e operacional, diminuindo assim os seus custos operacionais.

A empresa contratada apresentará custos de produção unitários superiores ou inferiores aos da empresa contraente, em qualquer um dos casos existem vantagens financeiras. É essencial analisar exaustivamente todos os cenários, especialmente quando a empresa contratada apresenta custos superiores, podendo existir ganhos financeiros indirectos e por isso menos evidentes.

3 Foco

Foco. Talvez o indicador mais importante a analisar ao considerar a externalização da produção, sendo o anterior um excelente instrumento para alocação cirúrgica de recursos. É mais evidente no caso das marcas – embora a actividade produtiva seja necessária para garantir o funcionamento de uma marca, esta não é essencial nem prioritária. Actividades como o marketing e desenvolvimento de negócio são. Neste tipo de cenários a externalização da produção funciona de forma benéfica, sendo uma impulsionadora do negócio, libertando a empresa contraente de actividades secundárias.

Entre os vários factores a analisar quando optamos por externalizar a produção os 3 pontos em cima são os mais relevantes. É necessário em todo o caso entender a indústria onde a empresa desenvolve actividades de formaresponder adequadamente à questão levantada!

Cada caso é único, e por isso estas generalizações servem apenas como linha orientadora, salvaguardando os pontos vitais.

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Tâmaras, quais as melhores variedades para produzir?

São mais de 3000 as variedades de tâmaras existentes no mundo. Entre todas estas quais serão as melhores para produzir?

Neste artigo falamos de 3, as melhores, as menos conhecidas e as mais consumidas.

Medjool

Originárias da região de oásis de Tafilalet em Marrocos, são suculentas, de grande calibre, apresentando um sabor intenso e uma textura carnuda. São habitualmente consumidas inteiras enquanto produto final, sendo que o seu custo mais elevado desencoraja a utilização desta variedade para fins de produção industrial.

Zahidi

De origem Iraniana esta variedade é menos conhecido pelos consumidores. Devido ao seu baixo custo é amplamente utilizada na indústria. Apresenta um sabor meloso e uma textura cremosa.

Deglet Nour

O seu nome em árabe significa “translúcida” ou “tâmara de luz” devido à sua cor clara e relativa transparência. É originária da Tunísia/Argélia e entre todas a mais consumida na União Europeia. É também amplamente utilizada para a produção industrial devido às suas características organolépticas sendo, à semelhança das variedades referidas em cima, transformada em pasta de forma a facilitar o seu processamento. 

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Startup de Healthy Snacks! A checklist para começar.

Nr1

Os meus produtos são realmente bons/estão preparados para enfrentar o mercado?

Para além das suas características de sabor e textura, é importante aferir se os produtos a lançar vêm suprir alguma necessidade. Caso não supram nenhuma necessidade em específico, poderão não impactar verdadeiramente o consumidor, sendo a ausência de impacto refletida na maioria dos casos em maus resultados de vendas!

Nr2

Packaging!

Para além do aspecto visual o packaging serve outro propósito. O qual poderá ser  mais importante que o anterior. A conservação dos alimentos, especialmente snacks pouco ou não processados, depende em grande escala da qualidade da barreira providenciada pelo embalamento/packaging para garantir a longevidade e qualidade dos produtos na prateleira. Assim é importante não esquecer a escolha de um material de embalamento adequado!

Nr3

Fornecedores!

Para além de ser necessário procurar os melhores preços, é também necessário procurar fornecedores fiáveis. É importante que os mesmos tenham todos os produtos em stock e consigam suprir as necessidades produtivas dos seus parceiros!

Nr4

Preços e margens.

Muito, muito importante. Não há nada pior que um produto não rentável. Importante garantir que os preços praticados pela marca cobrem amplamente todas as despesas e garantem uma excelente margem de lucro. Só assim a startup irá crescer!

Nr5

Equipa!

Como diz o velho ditado africano “Se queres ir rápido vai sozinho. Se queres ir longe vai em grupo”. Construir uma excelente equipa desde o início é um fantástico passo a caminho do sucesso!

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#healthfood. Um mundo millennial?

Enquanto o hashtag será quase certamente mais utilizado por parte das gerações mais jovens, o mesmo não se pode dizer acerca das palavras “health food”.

Num mundo onde a comida deve ser instagramável,  é normal associarmos  um ao outro , no entanto, o “health food” ganha cada vez mais relevância, e o que começou por ser uma tendência, começa a solidificar-se enquanto um movimento de mudança.

Questões como o ambiente e a saúde desempenham o seu papel em cimentar este acontecimento, trazendo para as mentes dos consumidores mais consciência, obrigando-os a refletir acerca do impacto das suas escolhas e confrontando-os com as problemáticas da longa cadeia industrial que os serve.

Neste paradigma, o “health food” revela-se como um acto de rebeldia para os mais jovens e uma necessidade para a longevidade dos mais seniores. Onde produtos altamente processados eram norma, vemos hoje alternativas mais naturais ou pelo menos marketed para o parecerem. Não os vemos apenas em pontos de venda com um posicionamento direccionado a um consumidor mais jovem, surgem um pouco por todo o lado de forma generalizada.

Se estes produtos são verdadeiramente “health food” ou não é outra questão, que neste contexto não importa verdadeiramente. O que importa, é a reacção do mercado, que sendo generalizada demonstra que o “hashtag”  dos millennials está a ser emprestado aos baby boomers e a outras gerações.

Num “hashtag world”,  onde quase tudo é partilhado, as empresas necessitam de adaptar a sua oferta para corresponder ao que o mercado cada vez mais pede. Caso contrário, poderão ver a sua rentabilidade afetada.

É também importante ressalvar, que as gerações mais jovens, as que iniciam agora as suas primeiras incursões no mercado de trabalho, reforçarão os seus valores e conceitos no seu dia-a-dia. Requerendo da parte dos seus empregadores a validação e encorajamento necessário a  promover na cultura empresarial estes seus valores. Não o fazendo, será difícil garantir o empenho e produtividade deste jovens trabalhadores. O mesmo se aplica aos seus trabalhadores mais seniores. Os quais, cada vez mais consciencializados dos impactos causados por diversas indústrias em busca de lucros desmesurados, estão mais receptivos a mudanças nos seus estilos de vida e locais de trabalho.

Em prol da produtividade e rentabilidade é importante relembrar o #healthfood, pois este está ligado a mais do que uma geração, está ligado a um movimento social, que para além da comida saudável procura alterar muito mais.

Contract manufacturing, o que é e para que serve?

Traduzindo à letra, contract manufacturing, significa contratação de produção. E, de forma simplificada é exactamente isso.

No entanto, há significativamente mais a dizer acerca deste tipo serviço do que apenas referir que se trata de uma contratação de produção.

O contract manufacturing é um serviço prestado por um empresa a outra, visando libertar a mesma  de parte ou da totalidade dos seus processos de produção. A empresa prestadora do serviço de contract manufacturing assume a produção da empresa contraente por um valor X ficando encarregue de garantir todos os aspectos produtivos contratados entre ambas as entidades.

Qual então é o propósito deste serviço?

Não existe uma resposta singular para esta questão, a realidade é que existem várias razões pelas quais uma empresa poderá optar por um serviço de produção externo.

Poderá fazê-lo numa perspectiva de redução de custos, por vezes contratando um contract manufacturer com processos de produção tecnologicamente mais avançados, poderá, apesar do custo associado à contratação do mesmo, reduzir custos de produção.

Poderá fazê-lo ao optar por não desenvolver uma unidade de produção in-house, desta forma a reduzindo o custo capital inerente ao seu negócio. Poderá também fazê-lo num movimento de expansão da sua presente oferta de produtos, não dispondo de uma unidade de produção especializada para produzir os produtos que pretende lançar no mercado, recorrerá a serviços prestados por terceiros de forma a suprir as suas necessidades.

Quando optar por um serviço de contract manufacturing?

É difícil determinar quando/e se haverá a altura certa para optar por este tipo de serviço, no entanto, sempre que existir uma vantagem económica em fazê-lo, e, desde, que esta não seja à custa da exploração humana ou prejudicial para o ambiente e para a sociedade, então esta, deverá ser considerada.

Quanto mais eficiente e financeiramente saudável for uma empresa com sentido de missão, mais longe esta chegará, e, nesse sentido sempre que existir uma solução sustentável que melhore a rentabilidade da mesma, então se deverá perder tempo em implementá-la.

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Ingredientes. Quantos são demais?

São cada vez mais os consumidores que procuram conhecer todos os ingredientes listados na lista de ingredientes dos produtos que consomem.

A crescente preocupação com os efeitos de hábitos alimentares desequilibrados e a ingestão de produtos nocivos, afasta cada vez mais consumidores de produtos processados e com composições extremamente complexas.

Desta forma os aditivos alimentares que exibem designações desconhecidas ganham cada vez mais uma conotação negativa na mente dos consumidores.

E na grande maioria dos casos estes têm razão.

Existem de facto produtos alimentares que exibem aditivos nas suas composições e cujos os efeitos estão correlacionados com o desenvolvimento de problemas de saúde. Por outro lado, existem outros cujos os efeitos são ainda desconhecidos, e nesse caso será difícil relacionar algum destes com algum problema de saúde desenvolvido.

Estes aditivos constituem no entanto grande parte das formulações dos produtos existentes no mercado. Produtos como o pão, por exemplo, que tradicionalmente são constituídos por 3,4 ou 5 ingredientes, podem ser encontrados no mercado com mais de 20.

Grande parte destes ingredientes são aditivos alimentares para melhorar as características dos produtos, como estender prazos de validade, melhorar aromas e até mesmo alterar o aspecto físico do mesmo.

Será que este grande número de aditivos/ingredientes é excessivo?

Esta é uma conclusão a ser tirada pelos consumidores, no entanto, e à medida que cada vez mais estudos comprovam correlações entre alguns aditivos e problemas de saúde, parece-nos cada vez mais provável que quanto menos é adicionado,  menos nocivo para a saúde o produto final se tornará.

O importante é  consciencializar os consumidores para as escolhas alimentares que fazem, encorajá-los compreender os ingredientes que se encontram nos produtos que consomem, e, através deste processo de consciencialização esperar que optem por produtos menos processados.

Quantos ingredientes são então demais?

São demais todos aqueles cujo o único objectivo é enaltecer artificialmente matéria-prima de qualidade inferior ou substituir parte da mesma, tendo como objectivo a redução do custo de produção.

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Private label, o que é e para que serve?

Um serviço cada vez mais requisitado por grandes empresas que procuram expandir a sua oferta e aumentar a visibilidade da sua marca.

No entanto, no que consiste exactamente o private label?

De forma sucinta, podemos dizer que os produtos ou serviços de private label são tipicamente aqueles fabricados ou fornecidos por uma empresa para oferta sob a marca de outra empresa.

Através de serviços como o private label é possível para uma marca  disponibilizar uma vasta panóplia de produtos aos seus clientes sem custos de I&D, sendo também possível através deste tipo de serviço lançar os mesmos de forma extremamente rápida no mercado.

Na indústria alimentar, a oferta deste tipo de produtos é massiva, sendo possível neste momento encontrar um produto private label para quase cada referência de marca nas grandes cadeias de retalho.

Na prática no que consiste exactamente um serviço de private label?

Como já mencionado em cima, um serviço de private label consiste na produção de um serviço ou produto por uma empresa para comercialização de outra empresa com a sua própria marca.

Ou seja, se a empresa X produz bolachas, esta pode fabricar as mesmas bolachas (possivelmente com formulações/receitas diferentes) para a empresa Y com a marca Y.

A empresa Y beneficia da estrutura providenciada pela empresa X o que a permite lançar rapidamente o seu produto no mercado com custos significativamente inferiores aos comparáveis a criar a sua própria estrutura para produção.

Desta forma o private label torna-se uma solução extremamente apelativa para a diversificação de oferta de produtos de uma marca/empresa.

Nas grandes cadeias de retalho, onde se tem verificado um aumento na presença destes produtos nas prateleiras, o private label serve mais do que o propósito de diversificação de oferta e aumento de rentabilidade. Serve em grande medida a marca que os comercializa, sendo um importante instrumento para aumentar brand awareness e fidelizar os consumidores à marca da cadeia retalho onde se encontram.

É fácil perceber porque este serviço se torna tão apelativo. A extrema facilidade, rentabilidade e rapidez na contratação do mesmo são sem dúvida factores cruciais para o crescimento do mesmo!

 

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Como usar menos plástico na alimentação?

É imperativo, no entanto desafiante, imaginarmos um mundo sem plástico descartável.

Os plásticos são extremamente práticos, versáteis e duráveis. São sem dúvida das mais importantes invenções humanas, tendo trazido inúmeros benefícios às nossas vidas, no entanto, a proliferação do seu uso através de diversas indústrias trouxe-nos efeitos secundários não desejados.

Estes efeitos secundários estão relacionados com as características mais apetecidas dos mesmos, em primeiro lugar a sua durabilidade e em segundo a sua versatilidade. No nosso dia-a-dia, beneficiamos destas características positivas, no entanto, na maioria dos casos, esquecemos-nos dos efeitos negativos das mesmas.

A durabilidade dos plásticos, a sua principal característica, facilita o transporte de alimentos e ajuda à sua preservação, criando uma barreira contra o oxigénio.

É, no entanto, a característica mais prejudicial para os ecossistemas e um dos maiores desafios ambientais que enfrentamos nos dias de hoje. Esta extrema durabilidade significa que o plástico que usamos, possa perdurar até 1000 anos após a sua utilização dependendo  do tipo de plástico usado.

A sua versatilidade, extremamente benéfica para o consumidor, significa que os plásticos podem ser utilizados para diversos produtos sobre diversos formatos para diversos fins. Desta forma, não é de estranhar que rapidamente possamos encontrar plásticos em praticamente todos os produtos de consumo.

Se aliarmos a durabilidade a versatilidade dos plásticos temos um conjunto extremamente eficaz, o que ao mesmo tempo se revela num sério problema ambiental.

Então como podemos reduzir plásticos na nossa alimentação?

Idealmente deveremos começar por avaliar os nossos momentos de consumo de forma a identificarmos como potencialmente poderemos consumir mais produtos não embalados ou produtos que não contenham plástico descartável.

Tendo identificado estes momentos podemos começar a modificar o nosso consumo!

Podemos e devemos escolher sacos não descartáveis para transportar a fruta do supermercado ou mercado. Ao comprarmos alimentos em estabelecimentos de rua ou de conveniência deveremos dar preferência a produtos em embalagens não plásticas ou não embalados.

Prepararmos alimentos para os momentos entre refeições em casa é também uma excelente opção, mais sustentável e saudável.

Se compreendermos a insustentabilidade da nossa utilização de materiais plásticos de uso descartável, rapidamente nos desabituaremos do ritmo de consumo excessivo que vivemos.

Temos de refletir sobre o nosso consumo diário e agir. É simples, basta apenas começarmos por  usar menos um saco de plástico para a fruta ou para o pão o para o produto que mais consomem todos os dias. Se todos os fizermos reduziremos drasticamente o nosso consumo global e caminharemos no melhor sentido!

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Como comer melhor no escritório em 3 passos!

Um desafio que certamente todos já enfrentaram e que é muito simples de vencer!

Todos sabemos que ao evitarmos longos períodos sem ingerir qualquer alimento contribuímos para uma alimentação equilibrada. No entanto, a realidade é que poucos de nós conseguem evitar esta situação. Quantas vezes acabamos por sair de casa sem tomar o pequeno-almoço e/ou sem um lanche para meio da manhã?

Um dia de trabalho sem uma alimentação equilibrada terá duas consequências; primeiro, perderemos rapidamente energia durante a manhã, o que afetará a produtividade.  E, logo após uma manhã sem a ingestão de alimentos equilibrados, partiremos para o almoço “esfomeados”. O gasto de energia durante a manhã sem a sua devida reposição, aumentará a probabilidade de comermos mais do que deveríamos durante o mesmo.  Assim, após um excesso durante o almoço, ficamos letárgicos sem energia durante a tarde. Novamente, perdemos produtividade, e pior, prejudicamos a nossa saúde.

Então como podemos comer melhor no escritório ou durante um dia activo?

Passo 1

Começar por preparar os snacks para meio da manhã e meio da tarde na noite anterior! É mesmo simples. Quer sejam snacks comprados ou caseiros, apenas é necessário reservar 15 min na noite anterior para os colocarmos dentro de um recipiente ou directamente na nossa mala. Assim evitamos esquecermos-nos dos mesmos em casa e poupamos tempo durante a manhã. É também de vital importância reservarmos tempo de manhã para tomar o pequeno-almoço – não nos esquecermos desta refeição é vital.

Passo 2

Cerca de 3 horas após termos tomado o pequeno-almoço, sensivelmente pelas 10H30 ou 11h para a maioria das pessoas, é altura para pegarmos no nosso snack! Idealmente algum produto que não contenha açúcar adicionado – um pastel de nata não conta. É importante que este não contenha açúcar adicionado, pois o açúcar causa um fenómeno chamado de “sugar rush”. De forma simplificada dá-nos um boost de energia muito rápido seguido de uma queda abrupta. Este fenómeno tem várias consequências, duas delas sendo a absorção de energia pelo organismo e a redução drástica nos níveis de energia após o “sugar rush”. Experimentem frutos-secos, fruta acompanhada com frutos secos e alimentos integrais sem grande processamento, tipicamente serão os mais equilibrados.

Passo 3

Não exagerar durante o almoço! Se tiverem seguido os passos  acima, em princípio não serão assolados por uma fome desmedida durante o mesmo. Evitar sobremesas e bebidas açúcaradas, álcool e pratos demasiado pesados são também óptimas ideias. O objectivo é mantermos um fluxo de energia contínuo durante todo o dia, evitando picos, e grandes depressões. 3 horas após do almoço será uma excelente altura para voltarmos a “atacar” um snack!

Estes, são passos extremamente básicos para começarmos a manter uma alimentação mais equilibrada no dia-a-dia. O foco aqui é de nos habituarmos a fazer refeições regulares, ingerirmos alimentos equilibrados e mantermos um fluxo de energia mais constante durante o dia.

Começando por aqui vão experienciar melhorias substanciais tanto na alimentação como na saúde em geral.

Ter sempre um snack à mão é um passo extremamente importante para facilitar estes passos.

Caminhamos assim para dias no escritório a comer e a sentirmo-nos melhor! O corpo e a nossa produtividade agradecem!

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Snacks “Raw”. O que são?

Como o nome em indica, traduzindo para português, “raw” significa nada mais, nada menos que cru, ou seja, snacks crus quando aplicado no contexto da frase.

No entanto, o que são exactamente estes snacks crus?

Poderá parecer um conceito estranho para alguns. Mas por mais estranho que pareça, a oferta deste tipo de produtos, aumenta cada vez mais o que será provavelmente um bom indicador que a procura caminha no mesmo sentido. Portanto, não será de estranhar, que dentro de pouco tempo, até mesmo aqueles que rejeitavam ou desconheciam o conceito, se vejam a consumir, ou pelo menos a depararem-se com estes snacks crus no seu dia-a-dia.

Um snack cru é essencialmente um produto que na grande maioria dos casos não foi cozinhado nem excessivamente processado. São trabalhados maioritariamente através de meios mecânicos.

Como é que isto se traduz em comida?

É bastante simples.

É provável até, mesmo que nunca tenham ouvido esta terminologia, já tenham consumido um snack “cru” sem o saberem, pois existem alguns exemplos na culinária portuguesa. Se formos até ao Algarve podemos encontrar um “snack” deste género, amplamente consumido, no entanto sem que ninguém o coloque na categoria de snack “cru”. Este petisco Algarvio são as Estrelas-de-Figo, que são essencialmente figos secos com amêndoas ligeiramente torrados.

Apesar de serem ligeiramente torrados, o que implica um processo térmico, estes produtos do Algarve têm um processamento mínimo, sendo compostos por amêndoas e figos-secos. Estes, através de um processo mecânico, são combinados para formar um delicioso snack.

O mesmo princípio é aplicado aos restantes snacks mais modernos.

 

São procurados ingredientes inteiros que com o mínimo processamento possam ser compostos em produtos deliciosos e equilibrados nutricionalmente.

São obtidos assim produtos mais “limpos”, sem aditivos, mas fazem no entanto crescer água na boca.

Com o mínimo processamento é possível fazer uso das próprias características de ingredientes “crus” para ganhar certos benefícios. No caso dos produtos à base de frutos-secos, devido às características dos mesmos, é possível, quando aplicada uma barreira ao oxigénio apropriada durante o embalamento, obter prazos de validade acima dos 6 meses. Isto sem a adição de qualquer tipo de conservante ou aditivo químico durante o processamento.

É fácil compreender o crescimento do “snack cru” quando entendemos a suas características e vantagens tanto nutricionais como ambientais.

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